São tropas ordenadas por bandeiras
Desesperança, São feras privadas da alimentação
Ordinária, sedentas por sangue e
Fraqueza alheia, São fileiras de magos e druidas e bruxos
Compondo feitiços ínfames, bebendo poções
Esquecidas,
Contra tudo isso,
Nas areias dessa praia de janeiro,
Disponho dos meus modos breves,
Da minha poesia falida.
Quem vence essa luta, meu bem?
De um lado, a certeza que tens
Nunca seremos nada. Do outro, meu olhar vago e distante
Perguntando para onde foram as aves
E aquela francesa, escondida e perdida, Atrás de um exército treinado
Especificamente para não amar.